Desconhecido Amante

Neste momento, narro o que nunca tive coragem de contar para ninguém, considero-me uma mulher comum, com sonhos e fantasias, a maioria delas sufocadas pelos padrões de moral impostas pela sociedade em que vivo.
Tenho uma estatura baixinha, 1.60, seios médios, bonitinhos, corpo cheinho, carnuda, olhos e cabelos claros, lisos, cortados a chanell, morena clara com uma pele macia, uma quarentona com um corpo em forma.
Tudo aconteceu, em um desses longos feriados, eu e meu marido Paulo fomos convidados para uma estada numa linda mansão a beira mar, onde grupos de amigos e amigas da empresa de Consultoria tinham conseguido como prêmio.O local era lindo, a residência ocupava um quarteirão da rua, á beira mar, e contava com tantos cômodos, que nem saberia dizer exatamente quantos quartos ou ambientes existiam no térreo e no primeiro andar, uma linda piscina, com churrasqueira imensa e um jardim que faria inveja a qualquer Babilônia.
Tivemos um primeiro dia muito festivo, com muitos banhos de piscina, churrasco à vontade e litros e litros incontáveis do melhor uísque, ali rimos, ouvimos música e dançamos a valer...Até a exaustão, quando percebemos que pouco a pouco, as pessoas ali estavam indo se recolher a seus apartamentos.
Paulo parecia muito embriagado e até tropegava rindo, e eu grogue...Ele se afastou de perto de mim, desaparecendo pela porta que dava a uma enorme sala de televisão, como custou a voltar, fui atrás dele, encontrando-o deitado em um enorme colchonete e várias almofadas macias, a imensa tela do televisor ligado e ele adormecido. Deitei-me ao lado Dele, abracei-o, e, sob o efeito do álcool, logo dormi também.
Despertei muito tempo depois, a sala às escuras, senti uma mão subindo nos meus quadris, alisava minhas coxas...e um volume encostando em minhas nádegas. Aquela mão alisava meu ventre e a frente das coxas, sonolenta ainda, pensei ser o Paulo, ele tinha o hábito de fazer isso.
Fiquei quietinha, achando gostosa aquela pressãozinha no bumbum, a mão entrando dentro da minha calcinha de renda e alisando suavemente a vulva, o tesão aumentando, fez com que eu abrisse levemente as coxas, a fim de que ficasse mais intenso aquele carinho no centro de mulher. E não resistindo mais aquele carinho, joguei os quadris e bumbum para trás, encaixei meu corpo no outro por completo, e perplexa..., Deduzi que aquele material todo, não era do Paulo! Coxas e barriga peludas, volume e textura do membro imenso, muito maior, despertei com o susto, abri os olhos e percebi que o meu marido estava bem a minha frente e dormia profundamente, e senti um tesão louco, que nunca havia sentido. E resolvi fazer de conta que estava sonolenta e enganada, apenas para ver até onde aquele desconhecido homem ia. Ele agora já me beijava s costas e apertava minhas nádegas, afastou minhas coxas mais um pouco e colocou o membro teso entre elas, eu sentia-o mover-se na entrada dos grandes lábios e ali pulsar molhado, pelo meu prazer,...ele forçava...forçava a entrada da minha grutinha, fiquei sem controle, virei-me de bruços, puxando meu desconhecido amante para cima das costas, ele veio todo...enfiado, penetrando...mordia minha nuca, acariciava meus seios e estocava deliciosamente o membro todo em minha gruta úmida...e gozei não sei quantas vezes, duas, três...orgasmos múltiplos, mordendo o tecido da almofada que servia de travesseiro, para abafar os gemidos. E finalmente, foi a vez dele chegar ao êxtase, e senti o jorro do prazer a me inundar. Por instantes ínfimos, ele quedou-se ali a me abraçar, beijinhos nas costas nuas, suadas...Depois se levantou e saiu, esperei mais um pouco – não tinha forças, meu corpo lânguido, o coração aos pulos.Fui ao banheiro – tomei uma ducha morna, não encontrei ninguém – teria sido um sonho? –Não foi um sonho, descobri provas físicas no corpo. Entetanto,até hoje não descobri meu desconhecido amante.
Fátima Pessoa
Tenho uma estatura baixinha, 1.60, seios médios, bonitinhos, corpo cheinho, carnuda, olhos e cabelos claros, lisos, cortados a chanell, morena clara com uma pele macia, uma quarentona com um corpo em forma.
Tudo aconteceu, em um desses longos feriados, eu e meu marido Paulo fomos convidados para uma estada numa linda mansão a beira mar, onde grupos de amigos e amigas da empresa de Consultoria tinham conseguido como prêmio.O local era lindo, a residência ocupava um quarteirão da rua, á beira mar, e contava com tantos cômodos, que nem saberia dizer exatamente quantos quartos ou ambientes existiam no térreo e no primeiro andar, uma linda piscina, com churrasqueira imensa e um jardim que faria inveja a qualquer Babilônia.
Tivemos um primeiro dia muito festivo, com muitos banhos de piscina, churrasco à vontade e litros e litros incontáveis do melhor uísque, ali rimos, ouvimos música e dançamos a valer...Até a exaustão, quando percebemos que pouco a pouco, as pessoas ali estavam indo se recolher a seus apartamentos.
Paulo parecia muito embriagado e até tropegava rindo, e eu grogue...Ele se afastou de perto de mim, desaparecendo pela porta que dava a uma enorme sala de televisão, como custou a voltar, fui atrás dele, encontrando-o deitado em um enorme colchonete e várias almofadas macias, a imensa tela do televisor ligado e ele adormecido. Deitei-me ao lado Dele, abracei-o, e, sob o efeito do álcool, logo dormi também.
Despertei muito tempo depois, a sala às escuras, senti uma mão subindo nos meus quadris, alisava minhas coxas...e um volume encostando em minhas nádegas. Aquela mão alisava meu ventre e a frente das coxas, sonolenta ainda, pensei ser o Paulo, ele tinha o hábito de fazer isso.
Fiquei quietinha, achando gostosa aquela pressãozinha no bumbum, a mão entrando dentro da minha calcinha de renda e alisando suavemente a vulva, o tesão aumentando, fez com que eu abrisse levemente as coxas, a fim de que ficasse mais intenso aquele carinho no centro de mulher. E não resistindo mais aquele carinho, joguei os quadris e bumbum para trás, encaixei meu corpo no outro por completo, e perplexa..., Deduzi que aquele material todo, não era do Paulo! Coxas e barriga peludas, volume e textura do membro imenso, muito maior, despertei com o susto, abri os olhos e percebi que o meu marido estava bem a minha frente e dormia profundamente, e senti um tesão louco, que nunca havia sentido. E resolvi fazer de conta que estava sonolenta e enganada, apenas para ver até onde aquele desconhecido homem ia. Ele agora já me beijava s costas e apertava minhas nádegas, afastou minhas coxas mais um pouco e colocou o membro teso entre elas, eu sentia-o mover-se na entrada dos grandes lábios e ali pulsar molhado, pelo meu prazer,...ele forçava...forçava a entrada da minha grutinha, fiquei sem controle, virei-me de bruços, puxando meu desconhecido amante para cima das costas, ele veio todo...enfiado, penetrando...mordia minha nuca, acariciava meus seios e estocava deliciosamente o membro todo em minha gruta úmida...e gozei não sei quantas vezes, duas, três...orgasmos múltiplos, mordendo o tecido da almofada que servia de travesseiro, para abafar os gemidos. E finalmente, foi a vez dele chegar ao êxtase, e senti o jorro do prazer a me inundar. Por instantes ínfimos, ele quedou-se ali a me abraçar, beijinhos nas costas nuas, suadas...Depois se levantou e saiu, esperei mais um pouco – não tinha forças, meu corpo lânguido, o coração aos pulos.Fui ao banheiro – tomei uma ducha morna, não encontrei ninguém – teria sido um sonho? –Não foi um sonho, descobri provas físicas no corpo. Entetanto,até hoje não descobri meu desconhecido amante.
Fátima Pessoa


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