Diário Intimo da Poética


16/09/2007


Quando Nua

 

Quando nua sou única e exclusivamente tua, fecho
 os olhos e abraço-te, e desejo que dure estes
momentos  uma eternidade, venho a teu encontro
 despojada de qualquer pudor, liberto
o tesão - na doce espera da excitação que teu
corpo como raiz rasga a terra do meu sexo.
Minhas mãos alcançam teus mais recônditos
lugares, nosso corpo é diálogo sem palavras,
meus gemidos ressoam no espaço interminável
dos universos.
Fico mais pura.

Escrito por Poética às 23h07
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